É frequentissimo, na minha vida de Winstona Smith, chegar ao elevador do prédio, depois de uma dia de trabalho inócuo, olhar para a minha imagem no espelho e pensar – como the fuck foi possível ter andado o dia todo com o cabelo assim?
Digam-me por favor que não estou sozinha nisto
Comentários
Uma resposta a “Digam-me por favor que não estou sozinha nisto”
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Não estás sozinha nisto.
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