Autor: rita ralha

  • Im too pretty for myself

    Às vezes, a Murf sente-se demasiado bonita. Então, faz isto:
  • São todos uns gatunos, para parafrasear a camada sénior

    A sério. A sério que eu queria ser culta e hip e, assim como toda a trogloesfera, escrever um post a criticar a crise económica e os políticos e o socry e patati patatá. Mas a sério que não consigo. Deus deve ter um humor do caraças para me ter posto a estudar Economia durante 5 anos e depois dar-me ZERO interesse pela vida económica do país.
    Por mim está tudo ok, desde que não votem no BE. ALIÁS, lanço novo desafio+possível oferenda. Quem não votar (garantidamente) no BE, recebe novamente um presente (tangível!)
  • O Rato ou Como a Rita se passou da cabeça

    Ia escrever um poema sobre o odioso rato que pisa e desliza todos os dias sobre a minha secretária e está na origem de todo o horror que sofro no trabalho, mas depois apercebi-me de que não ia ter tempo para pensar em rimas elaboradas e elegantes. Por isso, aqui fica apenas um mini poema, que eu acho que resume o essencial.

    Rato,
    um dia eu ti mato. 
  • Incrível

    A propensão das pessoas desconhecidas para se agarrarem a mim em momentos de crise é impressionante.
    No autocarro (sim, andei de autocarro, não vamos elaborar sobre isto – andar já foi punishment enough), as velhotas, achando que são os novos Newtons e que vão descobrir uma lei que lhes vai permitir permanecer de pé, mesmo quando o condutor está a contornar a alta velocidade uma rotunda, agarram-se a mim. Faz sentido, porque eu com 158 cm de altura até aparento ter uma estrutura forte e capaz de suportar seres com a forma de cilindros de 70kg.
    No elevador de um hospital, uma mãe, com a filha já crescida ao lado, perante um barulho ameaçador de vou ficar encravado por parte do elevador, agarra-se a mim (e não à filha) com um ar de quem acha que o elevador pode cair, mas ela vai ficar bem porque está agarrada a mim.

    Suponho que deve ser o meu ar desagradável que as faz pensar que até as condições naturais ou leis da física não se vão querer meter comigo.

  • No mundo dos negócios, sou uma carcaça: côdea aparentemente bonita, zero miolo por dentro

    14h50 de segunda-feira e já esgotei a quota de cérebro alocada a esta semana de trabalho.
    De agora até sexta, resta-me arrastar pelo teclado como uma lesma viscosa e rezar para que os chefes não notem que os meus neurónios se dissolveram.
  • Dúvida

    Em que momento da história é que nós passámos do “com licença” para o “cólicença”?

    Pensei em escrever sobre os pecs e socs, mas no que diz respeito à política, sou como os tampões, Carefree (para além de que achei este tema muito mais interessante).

  • Mini férias

    Dou um prémio a quem já tenha conseguido arrumar um saco-cama dentro da capinha sem ter ficado a espumar da boca ou arrancado estuque da parede com as unhas.

    Sim, eu tenho um quê de Regan McNeil dentro de mim.

  • Yey?

    Os meus pontos do cartão repsol já chegam para comprar um bola de basket. Hip! Hip! Hu-fuck.

    Educação física – a pior coisa que pode acontecer a uma criança pequena sem coordenação motora e odiada pelos colegas de turma. Os dias em que jogávamos ao mata, então… eram um mimo.

  • I AM NOT ALONE!!!!

    Era brutal isto ter fundamentos médicos e jurídicos.

    Caro patrão X, informamos que a nossa cliente Rita R. declarou intenção de o processar por, nos últimos 18 meses, a ter forçado a trabalhar, obrigando-a, consequentemente, a incorrer num regime diário de tortura, tendo causado danos (quase) irreversíveis à lesada, ultrapassáveis apenas mediante o pagamento de 1M€.

    Era mel.