Autor: rita ralha

  • Inovação. Anyone. Anywhere.

    O multitasking já chegou à população retalhista cigana do Campo Grande. Apregoar t-shirts brancas de algodão Primavera-Verão e escarafunchar dedicadamente a narina direita com o dedo indicador tudo de uma só vez.
    Pow!!
  • Trabalho mortal. Quase. No fim.

    O meu cérebro está a viver um daqueles momentos à ER, em que o doente moribundo está ligado à máquina de batimentos cardíacos e se começa a ouvir um bip… bip… cada vez mais distanciado, imediatamente antes de se soltar o biiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiip.
    Status:
    Encerrada numa sala gelada.
    Nada para fazer.
    Pequeno-almoço: iogurte Yop de banana. YOP!!!
    Tenho de terminar aqui, que a Morte já está a entrar na sala com pézinhos de lã, preparada para me dar o golpe final.
  • Nova rubrica!! “Se hoje eu fosse uma serial-killer, matava ___________ [fill in the blank]”

    O jovem que vai nos transportes públicos a rebentar violentamente balões de pastilha elástica, enquanto brinca com um isqueiro de grande porte, ao som de um punks-punks não identificado emitido no volume máximo pelo seu telemóvel de 3ª geração.

    O meu cérebro calculou que a probabilidade de haver gel de cabelo e/ou ténis brancos envolvidos era de 99%. Check nos dois.
  • Vou lançar a teoria 6

    … e dizer que toda a gente que intitula álbuns no facebook de Momentos ou, pior ainda, Moments, devia levar dez chapadões na cara e ter a cabeça enfiada num alguidar de água durante 2 minutos.
  • Panic at the Fridge

    Descobrir que a minha mãe comprou iogurtes líquidos de banana da Mimosa em vez de iogurtes líquidos de banana da Yoggi é coisa para me deixar profundamente deprimida e matar de vez o carácter alegre do meu pequeno-almoço (um dos quatro momentos felizes do meu dia, logo a seguir ao almoço, jantar e chegada a casa com canis mortiferus a saltar na minha direcção). Não bastando o facto de ter de utilizar o meu super-poder de braço elástico para conseguir alcançar a prateleira dos iogurtes no frigorífico (habilmente colocada NO CÉU!), ainda tenho de pensar que estou a realizar tal esforço apenas para consumir um líquido insípido e agoniante com sabor a fake-banana.

    Mãe, work with me. Yoggi. Não Mimosa. Yoggi.

  • Querido diário,

    Depois uma caminhada de dez minutos ao vento e à chuva tempestuosos, seguida de uma sesta de hora e meia, tenho a dizer-te que o meu cabelo está metido numa situação mais complicada que o conflito israelo-palestiniano.
    Fielmente,
    rita
  • Carta Aberta

    Queridas pessoas que andaram comigo na escola e me odiavam na altura, mas que agora querem querem ser minhas amigas no Facebook,

    Podia ser incrivelmente horrível e deixar-vos aqui palavras públicas de puro vómito, podia sim senhor. Mas, como gosto de pensar que já sou super crescida e cheia de classe, deixo-vos apenas um drop dead. Pode ser?

    Felicidades para as vossas vidas (a concretizarem-se bem longe de mim, por favor)

  • Pessoas que deviam ir morrer longe – Vol 2

    – pessoas que lambem a tampinha/película do iogurte em público;

    – bebés carecas que usam fitas no cabelo (vá, os pais dos bebés);

    – pessoas que, quando alguém diz afinal…, começam a cantar afinal havia outra…;

    – pessoas que usam botas brancas (e não trabalham no Técnico)

    – pessoas que lambem a faca (longe e devido a um corte na língua à happy tree friends style)

  • “Turns out you can actually be bored to death”

    A study conducted by researchers at University College London shows that boredom can kill you. The researchers found that people who reported feeling a great deal of boredom were 37 per cent more likely to have died by the end of the study. Martin Shipley, who co-wrote the report said, “The findings on heart disease show there was sufficient evidence to say there is a link with boredom.” (in slashdot)

    É oficial, o meu trabalho anda a matar-me.