Autor: rita ralha

  • Goodbye infância!

    Parece que criaram uma pole dancing doll. Ao que parece she goes up and down, and round and round.
    O que se segue? Boneca que se debruça sobre os carros que passam na estrada e diz um preço aleatório em dólares? Boneca de gabardine e chapéu a tentar passar despercebida enquanto vende crack a adolescentes na rua? Boneca que bebe até dez biberões seguidos e depois vomita?
  • O dc ensina

    Síndrome de Twirette
    Desordem neurológica caracterizada pela publicação incessante de tweets, geralmente um por cada expiração.
  • Doenças de final de Verão

    Síndrome copos de água vazios espalhados pelo quarto (contei 3)
    Síndrome já estou esquálida de novo
    Síndrome por o mês estar a acabar acho que já não vai estar ultra quente – saio à rua e morro com o choque térmico
  • Se eu fosse americana, já tinha dado em serial killer.

    No cinema fiquei sentada à frente de um casal comedor-de-rebuçados-durante-todo-o-filme. Não se tratava de um simples desembrulhar do invólucro do doce. Era desenrolar, abrir bem aberto, descolar o rebuçado e depois um amachucar incrivelmente demorado e próximo de passatempo (género clicar uma esferográfica por diversão). No intervalo – invenção que me faz igualmente sentir desejo de sangue – enquanto os macacos portugueses se direccionavam obedientemente para as bilheteiras para reencher os seus sacos de pipocas, ouço a parte masculina do casal a dizer, enquanto faz o rebuçado baloiçar de uma bochecha para a outra, esta gente passa o filme a comer pipocas.

    Se eu fosse americana, já tinha dado em serial killer.

  • O que define Agosto?

    Uma melancia grande e gorda esquecida em frente aos elevadores da garagem.
  • Vou lançar a teoria

    Ir às finanças é o equivalente a levar um beijo de um dementor.

    It sucks the life out of you.
  • Hum?

    Será errado eu querer sempre que, em Criminal Minds (e outras coisinhas do género), eles nunca cheguem a tempo de salvar a pessoa e que ela morra?
  • True story

    Acabou de tocar uma senhora à porta do meu prédio. Começou a dizer: olhe, nós andamos a incentivar as pessoas a ler a Bíblia, que podem até ter já em casa, mas que, por não a lerem, não sabem respostas a perguntas como será que alguma vez esta Terra vai ser destruída? [momento em que eu pousei o intercomunicador]