É que… eu sei que não parece… mas eu não tinha muitos amigos, quando era [ainda mais] pequena [do que sou agora]. Nas maravilhosas palavras da queridíssima Cata, pronunciadas em alto e bom som, há uns dois anos talvez: a ritah não tinha amigos até encontrar a Ro e a Fi! (11º ano entenda-se) – o que é uma perfeita mentira, porque eu no 10º já tinha uns quantos conhecidos.
Regressando ao epicentro do desabafo (oh god, é melhor não escrever esta palavra, não fiquem os visitantes a achar que se enganaram no link e vieram parar ao ah vidah dohs outrohs), corrijo, ao epicentro da conversa, a televisão é uma amiga assim ao nível do cão. Ela está sempre lá. Sempre. E, acima de tudo, nunca gozou com o meu apelido. Oh yeah, o meu nome pode ter muita piada agora, mas há 15 anos atrás quase me levou ao infanticídio.
Um beijinho à televisão.

