Autor: rita ralha

  • A Tese do Dear Chiclete

    Quem venera regularmente a c.e.o. deste espaço cor de flor, saberá com certeza que ela pretende, correcção, que ela foi forçada a transitar para o regime de Bolonha e, consequentemente, introduzida, sem quaisquer planos de apoio ou protecção, no mundo das teses de mestrado obrigatórias. Ora, por a pessoa em questão ser ferverosa yet involuntariamente nervosa, não há dia que passe, sem que a mencionada pense na sua cada vez mais próxima Tese (é de notar o t maísculo – um direito raramente consquistado neste espaço e apenas atribuído às palavras de alto nível).

    Assim, por, a nível geral social, ter pouco que fazer, a acima mencionada lembrou-se de um projecto que já há muito tempo tem vindo a desenvolver no seu Cérebro e que daria um excelente e digno de nota elevadíssima tema de Tese.

    Por agora, deixo apenas o seu título, já que o capitalismo e a necessidade de vender artigos supérfluos da sociedade presente me obrigam a comparecer a uma malfadada reunião, aka, dia da mãe.

    Aqui vai ele, um, dois, três:

    floribella = deus

  • 3 Razões para acabar com o Pingo Doce

    – passaram a ter (quase) exclusivamente produtos marca Pingo Doce. Oh meusamigos! lá por uma pessoa de vez quando não se importar de comprar os vossos benzinhos de consumo, porque não está numa de gastar muito dinheiro, gostamos muito dos nossos Filipinos e afins originais! Rolinhos ou Rolitos ou lá como eles chamam àquelas imitações de décima categoria! Come-se um e fica-se sem vontade de comer mais. O verdadeiro Filipino faz com que se coma a caixa até ao fim!

    – investiram numas máquinas para as caixas novas e decidiram que agora o cliente é que passa o seu próprio cartão de multibanco. Meus caros, eu tinha dois velhinhos à minha frente. Estava na caixa de menos de 15 produtos e mesmo assim ainda demorei um quarto de hora! Acham MESMO que os velhos vão atinar com as bandas magnéticas (o sr. mesmo à minha frente teve de passar dois cartões diferentes e aprendeu finalmente que a sequência é verde-código-verde e não uma ao calhas)?!

    – os sacos de plástico agora são a pagar (eu acho bem que sejam, mas já que estou na onda de enxovalhar, sigo a opinião das massas)! É suposto eu trazer constantemente 3 sacos de plástico na minha mala, juntamente com a calculadora científica e o filofax?!

    Há uns tempos atrás ligaram-me da Jerónimo Martins a perguntar não sei o quê do recrutamento. Eu disse que não estava interessada etc etc. Mais tarde aprendi o que se fazia na Jerónimo Martins – são donos do Pingo Doce e do Feira Nova – acho. Se tivesse sabido mais cedo, tinha logo refilado com o sr. dos Rolitos ou Rolinhos.

  • Descobri recentemente que…

    – gosto de panados – apesar de manter a minha posição no que diz respeito a comer coisas-com-casaco (i.e. filetes e tudo o mais que vem embrulhado em capinhas cor de laranja), abro uma excepção para os panados (pelo menos os da católica – com vinte anos de abstinência panadiana é natural que ainda não tenha tido a oportunidade de provar panados oriundos de outras bandas);
    cliché em português pode ser traduzido como lugar comum (só conhecia a tradução chavão, que, sejamos francos, é uma palavra muito deselegante e faz imediatamente surgir na minha mente a imagem de uma chave de 3o metros);
    – a murphy deve ter sido numa vida anterior um pitt bull ou algum cão grande do género, pois reparei que o meu braço esquerdo está substancialmente mais musculado do que o direito, graças aos 20 minutos diários de força que faço quando a levo à rua (força necessária para puxar pela trela, entenda-se);
    – sou a rainha da não-vida social, dado que fui a única a acertar na frase 3 do quiz da Caroca (a mais difícil, evidentemente:p), SE BEM que a Caroca anda a querer disputar a honra deste lugar comigo (digo isto, porque 6ª feira às 9 e meia da noite estávamos ambas em casa, em frente a televisões de 4 canais apenas, a ver o programa do national geographic da dois).
  • In Diary

    Ontem estava sentada a ler um livro e tinha um cd dos Interpol a tocar. Estava mesmo a começar a segunda música (pu-la em song du jour), cuja primeira palavra é “rosemary”. No preciso momento em que o cantor pronunciou rosemary, que palavra é que eu li no meu livro? Rosemary. Creepy. É que não foi três segundos depois ou um pestanejar de olhos antes, foi NO PRECISO MOMENTO.

    Melhor que isto só se estive a ver o Rosemary’s Baby ao mesmo tempo.

    Ninguém acerta o quiz da Caroca? Que vergonha. Deitem mas é fora os livros e vejam mais televisão. Uma horinha depois do jantar. Pff isso não é nada.

  • Been There, Done That – vol 3

    – a salvação dos inocentes ou um dentista assassino

    – uma antiquária que sabe do dom da amiga ou uma analista de sistemas

    – uma rapariga que tenta ao máximo preservar a sua imagem perfeita ou uma interna com vontade de aprender

    – um fantasma que não quer ajuda ou um ex-namorado que faz o que for preciso para o voltar a ser

    by Caroca

  • 22 de ABRIL, Dia da Terra


    Oh lua que vais tão alto

    redonda que nem um tamanco
    Maria traz cá a escada
    que eu não chego lá com o banco


    Pequeno pedaço de inutilidade passada por Rodolfo (católica-goer)

  • Quem é quem: mug shots

    Conseguem adivinhar quem são?

  • Acabem a frase: a Sofia é uma __________

    Lamento se estavam à espera da minha prosa erudita, mas esta semana começo por vos presentear com este vídeo.

    Quando o Teem fizer isto, rapto-o e fico com ele! Já estou a imaginar os treinos intensivos na Castanheira..

    Smart Dog, hun?

    Sofia
  • coitadinha da rita

    Não me consigo lembrar se hoje é quarta ou quinta.
    Estou doente. Ou melhor, estou pós-doente. Ontem estive oficialmente doente (38,2º, ah pois é, rebolem-se de inveja!) – sim, eu, a pessoa imune – hoje já estou em fase de convalescência.
    Tenho dez horas para escrever a coluna para o jornal da cató-ptui-lica (caso nunca tenha mencionado, a coluna é sobre cinema). Era suposto estar neste momento no Monumental a ver o INLAND EMPIRE, mas como deus decidiu deixar de ser um querido, estragou-me os planos. Agora, não só tenho a pressão do tempo, como o problema de não-fazer-ideia-de-que-filmes-vou-falar. THE HORROR, THE HORROR!!!