É obrigatório ir.
Requisitos: amor no coração e dinheiro no bolso (mentira. Bem, a última parte… convém)
Dress code: pink (i dare you:)

É obrigatório ir.
Requisitos: amor no coração e dinheiro no bolso (mentira. Bem, a última parte… convém)
Dress code: pink (i dare you:)
Era uma vez …
Lá, lá, lá, lá… um sol radioso, um arco-iris no céu azul, pequeninas nuvens muito branquinhas HEY! quem estou eu a querer enganar?!?!?
Tudo começou com um post (no qual, btw, ofendi 4 vezes a católica e 5 vezes vossas excelências) escrito na biblioteca da católica (não faço ideia do que estaria lá a fazer – provavelmente a fingir que estudava), num computador cujas teclas não eram lá muito boas, facto este que me fez exclamar na altura: “o maravilhoso teclado da maravilhosa católica come-me letras, porra!” (enfim, que posso eu dizer? a católica faz vir ao de cima o que de melhor há em cada um de nós). O intuito era comunicar as notícias aos queridos (ptui) membros das férias na grande casa cor-de-rosa (a pastilha elástica aka Chiclete), localizada nesse grande centro têxtil de Portugal que é Castanheira de Pêra. Ora, esta é a fase em que vocês perguntam: então mas porque é que não chamaste ao blog apenas Chiclete? ah, já sei! foi por gostares tanto tanto da casa da Castanheira que acrescentaste a palavra “dear”, não foi?! Ha ha ha, que adoráveis! Não. Simplesmente o link chiclete.blogspot.com já estava a ser utilizado e eu tive de pensar rápido e saiu-me aquilo (gosto de pensar que, mesmo um ano depois, o meu coração continua gélidozinho muahaha).
O tempo foi passando, o meu desejo de dizer coisas parvas tornou-se demasiado grande e os seus tentáculos foram, a pouco e pouco, ocupando o dear chiclete.
Assim, completamos um ano.
Mais de 5000 visitas (ainda me lembro da emoção que senti quando vi o pequeno contador cor-de-rosa alcançar o número 1000) (ah, e para não acharem que estou descaradamente a exibir o pequeno, yet orgulhoso número de visitantes do dear chiclete, assumo aqui, perante a internet inteira (hã? isto é que é coragem!!) que houve dias em Agosto em que o dear chiclete não recebeu um ÚNICO visitante! ah, pois é, isto não são só rosas!)
171 posts.
80% lixo. 20% pérolas.
Feliz Aniversário, dear chiclete.
Gosto muito de ti.
Ora bem, dissequemos a questão: a relação termina e das duas uma: ou as duas partes cortam relações (hipótese 1) ou as duas partes prosseguem com as suas vidas, co-existindo harmoniosamente/semi-harmoniosamente (havendo, evidentemente, espaço para alguma hipocrisia, mas, nevertheless, continuando aparentemente amigos) (hipótese 2).
Se a hipótese 1 se verificar, então não vejo grande problema, dado que o olhar-para-o-lado/chão ou mesmo o sim-nem-sequer-te-estou-a-ver utilizado em conjunto com o é-por-isso-que-te-estou-a-ignorar, se tornam práticas comuns entre as duas partes.
Já no caso da segunda hipótese, a situação modifica-se. Verificou-se em diversas espécies que a parte feminina tem alguma tendência para manter a proximidade física, nomeadamente se foi ela a leavee (as oposed to the leaver). Agora, a questão fundamental coloca-se. Terá a Ex-Namorada o direito de exercer os seus movimentos (i.e. habitualmente, colocações estratégicas de mãos em diversos locais, que não pequem por excesso nem por defeito na intimidade) sobre a outra parte? Ou seja, SERÁ que ela tem o direito de aplicar a cláusula “been there, done that”, lançando um ferveroso “muahaha” sobre as partes alheias, que nada podem fazer para evitar a situação (dado que não alcançaram tal nível de intimidade, como o anteriormente experimentado pela parte pecaminosa em questão (a ex-namorada, evidentemente))?
Algum Dr. Phill in the house?
Notas: 1 – como deve ser claríssimo e absolutamente óbvio, (sendo, como tal, esta frase totalmente desnecessária,) eu não represento nenhuma das partes envolvidas, aliás, “toques” não é comigo; 2 – não se pretende ofender ninguém com esta pequena reunião de mini-factos/situações, se se revêem nalgum pormenor, azar o vosso.
PS: reparem como nem sequer concedo à católica um “c” maísculo! hihi
– As cabritas do gabinete de desenvolvimento de carreiras lá da faculdade inscreveram-me num workshop qualquer, SEM a minha permissão! Damn! Já não basta ter de estudar economia, agora ainda tenho de levar com ela nos tempos livres!
– Descobri que, para gravar programas da Fox, é necessário NÃO deixar a caixa descodificadora desligada, otherwise, na gravação só aparece chuvinha cinzenta (lá se foram os últimos dois episódios de Grey’s Anatomy [suspiro]).
– E por fim, fantásticas notícias! O baby Shiloh Nouvelle Jolie Pitt já foi imortalizado no Madame Tussaud’s de Nova Iorque! (gsus christ)
Estive a ler os primeiros posts do dear chiclete… eu tinha tanta piada!
Acho que a Católica sugou (hmm, yamm, sugos. há que tempos que não como sugos) a Piada que morava no canto esquerdo do meu cérebro (acho que ela já não pagava a renda há uns tempos – é a crise) e o alugou o espaço ao Sr.-oh-meu-deus-o-que-é-que-eu-vou-ser-quando-for-grande. Parece que não, mas eu já sou grande (SIM, SIM, já sei que não o sou literalmente! eu e o meu metro e cinquenta e oito vivemos em grande harmonia – apesar de, com grande angústia para ambos, não chegarmos às prateleiras mais altas da Pepe Jeans do Vasco da Gama – é trágico) e ainda não sei o que é que vou fazer da vida, profissionalmente falando. Quem me dera que o Sr. (hoje, a figura de estilo do dia é a personificação) Tratado de Bolonha fosse morrer bem longe! Que acto cruel é este de lançar uma jovem pessoa para o mercado de trabalho, apenas com vinte anos (e um metro e cinquenta e oito)! A bem dizer, os meus futuros patrões vão-me dizer: então colega analista rita, vamos tomar um copo com o pessoal da secção de investment-banking (não sei o que é isto, mas, ao que parece, é uma área bastante atractiva para a malta que gosta de economia)? Ao que eu vou responder: é só um bocadinho, chefe, que eu vou perguntar à minha mãe se posso. Pfff.
Oh, Piada, vówta prá mim, vai!