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  • “Turns out you can actually be bored to death”

    A study conducted by researchers at University College London shows that boredom can kill you. The researchers found that people who reported feeling a great deal of boredom were 37 per cent more likely to have died by the end of the study. Martin Shipley, who co-wrote the report said, “The findings on heart disease show there was sufficient evidence to say there is a link with boredom.” (in slashdot)

    É oficial, o meu trabalho anda a matar-me.
  • Perfil

    Rita Ralha
    23 anos de vida
    Inimigos:
    1. Ovos
    Incapaz de partir ovos sem deixar cair pedacinhos de casca para o recipiente.
    Incapaz de fazer ovos estrelados (ou quaisquer outros que não mexidos).
    Incapaz de comer farófias, trouxas de ovos ou outros casulos nhanhentos similares.
    2. Desporto/exercício físico
    Incapaz de chutar e correr ao mesmo tempo (a primeira e única vez que tal acontecimento se verificou, aterrou numa poça de lama, ficando com as jardineiras sujas para o resto do dia, circa 4ª classe).
    Incapaz de correr mais de 20 minutos sem ficar com os bofes de fora e assumindo uma vermelhidão facial ao nível Rosa Mota em 88.
    Incapaz de ultrapassar o seu recorde de meia flexão, estabelecido algures entre 1996 e 1999.
    3. Escolhas
    Incapaz de escolher restaurantes.
    Incapaz de escolher o que comer, quando confrontada com o menu de um restaurante.
    Incapaz de ler sequer o que está escrito no menu dada a eminente aproximação do momento de escolha do prato.
  • Etiqueta no Trabalho

    por Rita Bobone

    Se é um recém-trabalhador acabadinho de sair das relaxantes quatro paredes da faculdade e não sabe bem como agir perante certas situações no seu emprego, ou se, por outro lado, é já um trabalhador antigo, mas dedica uma reduzida quantidade de massa cinzenta ao entendimento e cumprimento das regras sociais no local de trabalho, então sente-se comigo e leia este pedacinho de texto iluminador.
    Numa reunião com pessoas com quem tem uma relação estritamente profissional (amizade excluída, entenda-se), ao chegar:
    DEVE: cumprimentar as pessoas presentes com vários acenos (de cabeça) rápidos para toda a sala ou com um aperto de mão seco e breve, caso a pessoa se levante ou dirija até si.
    NÃO DEVE NUNCA: colocar a mão pesadona sobre o ombro ou, escândalo dos escândalos, cintura da pessoa à sua frente, puxando-a para dois desconfortáveis, yet demorados beijinhos (se tem muita dificuldade em evitar realizar este comportamento, pense em duas palavras: gripe a), nem deve massacrar a mão da pessoa que a estendeu com um aperto húmido e/ou quebrador de ossos e/ou extremamente prolongado.
    Num telefonema com um(a) colega que viu apenas duas ou três vezes em breves reuniões e com quem até sente algum à vontade, devido à reduzida diferença hierárquica ou etária:
    DEVE: tratar a outra pessoa por tu, caso sinta que é adequado e que a personalidade da outra pessoa o permite, sem que surjam desconfortos.
    NÃO DEVE NUNCA: tratar a outra pessoa por “linda”, repetindo a expressão várias vezes durante a conversa, sempre que necessitar de se dirigir à outra pessoa.
    De manhã, quando chegar ao trabalho e entrar no elevador:
    DEVE: olhar em frente ou para o tecto ou para a plaquinha electrónica que indica o nº do piso em que o elevador se encontra.
    NÃO DEVE: olhar fixamente para a pessoa que se encontra ao seu lado e, colocando a cabeça numa posição anatomicamente muito pouco comum, tentar ler o título do livro que esta traz na mão.
  • Parabéns a mim

    Hoje, celebro o meu 100º dia de trabalho.

    Pensamentos actuais:

    – tenho oficialmente menos 25% da felicidade que possuía em Setembro (portanto, se já achavam que eu era azeda, corrosiva ou outro adjectivo igualmente agradável, imaginem agora);
    – já só faltam 39 anos e dois terços de trabalho;
    – estudar parece, agora, algo utópico e completamente divinal.

    Para todos os que diziam/dizem ah isso depois passa, depois habituas-te e começas a gostar: drop dead, please.

  • Quiz

    Há dois dias, enquanto passeava a Murphy, fui abordada por um senhor varredor de rua, que proferiu, num misto de desdém e gozo, as seguintes palavras:

    Ah, olha para isto. Quase que parece um cão!!!
    Já não cresce mais? (bis)

    Qual foi a minha reacção?
    – “Ah, sim, ela é pequenita. Já não cresce mais, não!” (5 votos)
    – Baixei a cabeça com vergonha e comecei a andar depressa. (6 votos)
    – Lancei um olhar mortífero e emiti um frio gélido tipo dementor (49 votos)
  • Need my weekly shot of Chuck & Blair asap

    Quão terrível é eu andar triste, down e depressed por não dar Gossip Girl já há um mês inteiro?

    😦
  • Capas de plástico…

    Hoje, depois de 23 anos e meio de vida, enquanto percorria os 100m que separam o metro do meu querido trabalho e contava os dezanove chapéus de chuva brutalmente mutilados espalhados pelo passeio, estrada, árvores, canteiros, telhados e paredes (a gravidade esteve de férias por alguns momentos), entendi finalmente a razão por detrás da posse de chapéus de chuva transparentes. Percebi isto, enquanto pisava uma poça de meio metro de profundidade e as minhas meias guinchavam de frio e humidade e, ao mesmo tempo, ia de encontro a outra pessoa também a passar de chapéu e me desviava de um ataque quase mortal de um camiãozinho, que, naturalmente, tinham ficado ocultos pelo meu (in)fiel companheiro de chuva feito de material encarnado escuro e absolutamente não transparente (equivalente a visibilidade zero).

    Capas de plástico amarelas da Disney até aos pés são o futuro.

  • Questão

    Estou constantemente a ser adicionada no facebook por pessoas que, na última vez que estivemos juntos, tínhamos 7 ou 8 anos.

    Elogio ou super creepy?
  • Dia de Reis, sai-se às seis

    Ode ao Bolo Rei
    O bolo-rei é primo da Francesinha.
    Pertencem todos à família demasiadas-coisas-numa-só-coisinha.
    Exterior apelativo,
    interior enjoativo.
    Bolo-rei,
    provei e não gostei.
  • Vou lançar a teoria 4

    Se não houvesse guerra, ninguém sabia que o Yemen e a Georgia existiam.
    😮