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  • The horror, the horror!

    Descobri algo pior que o Dia de São Vomitin. Os encalhados. Jantares e festinhas de encalhados. É que eu ouço isto e começo logo a imaginar um monte de baleias encalhadas na praia, a jantarem umas focas e a trocarem histórias sobre as suas desventuras amorosas. É TÃO deprimente! Pior, só mesmo ficar em casa a comer chocolates e a ver a maratona de filmes românticos do canal Hollywood (começa às 12h45).

    Chicletes solteiras, não deixem que vos apliquem este termo e digam não aos convites para jantares e encontros com as baleias! Sejam rebeldes e vão ao cinema sozinhos! De preferência vejam um Saw ou algo igualmente horrível. E comprem pipocas e cuspam-nas para cima dos casaizinhos que lá estejam!

    Let’s kick romance’s ass! YEAH!


    Nota: este post não reflecte necessariamente a opinião do autor ou de qualquer associado do blog.

  • A praça mais simpática e animada da televisão portuguesa!

    Estive a pensar e cheguei a algumas conclusões sobre os programas de entretenimento matinal da televisão portuguesa.

    Em primeiro lugar, só existem dois grupos de pessoas que vêem (regularmente) estas tentativas de diversão. Um é constituído pelo conjunto de homens que estão por detrás das câmaras a filmar e a sofrer em silêncio, o outro engloba todo o conjunto de pessoas que enviam as mensagens que passam em rodapé (com o único propósito de verem as suas palavras lamechas a passar na televisão).

    No que diz respeito aos rodapés: recentemente, na minha última ida ao ginásio, dei-me ao trabalho de ler realmente as frases que estavam a correr e, infelizmente, só tinha comigo uma toalha e o mp3, caso contrário, teria começado de imediato a escavar os meus pequenos pulsos. Quis acreditar que eram mensagens inventadas, que existia uma pessoa, provavelmente licenciada em comunicação social ou algum workshop do género, cujo trabalho era criar frases pirosas, carregadas de metáforas ridículas e de amores exagerados pela Sónia Araújo, mas os nomes próprios – claramente originários das profundezas do campo de Portugal – dos remetentes e destinatários das mensagens fizeram-me aceitar a elevada probabilidade de serem textos originais. É claro que tive a fantástica oportunidade de saber que era amada pelo Jorge de Alenquer e pelo Nelson da Holanda (através de declarações do género: Rita, és o sol da minha vida, o edredon que me aquece e o pão com planta que me alimenta ou Quero-te tanto, querida Rita, quanto o cão quer o seu osso e o drogado a sua seringa. Beijos fofos do teu fofinho), o que foi bastante gratificante (apesar de, trinta segundos depois, ter descoberto que todas as Marias, Helenas e Ricardas eram tão amadas como eu).

    Quanto aos temas de conversa, com base nas legendas que aparecem ocasionalmente (não há som no ginásio – praise the lord), consistem exclusivamente em apresentar famílias com 50 membros em média, exibir as suas fotos de passe (muito à fotógrafo da Guerra Junqueiro, apenas com mais algum brilho na testa e o olhar cruzado) e/ou casamento e referir em que país os filhos e netos se encontram emigrados.

    Por fim, resta-me mencionar a população de zombies que aparece sentada em background e que, terá, de certeza absoluta, uma pistola apontada à cabeça, pois para além de ficarem ali sentados durante cinco horas, quando o Lucas e Mateus cantam, eles dançam, abraçados em pares, através de movimentos muito mortiços, tradicionalmente vistos nas danças dos campos de concentração.

    Nota: baseei-me essencialmente no programa da rtp1, pelo que os programas dos restantes canais podem diferir um pouquinho em termos de conteúdo – em qualidade, devem certamente seguir a mesma estrada.

  • Um não gordo e redondo

    Nota: aparentemente, aquilo que estou prestes a dizer é uma novidade para hmm… 70% da população frequentadora de ginásios. Só pode.

    Ir ao ginásio não implica andar sem roupa pelo balneário. Não é obrigatório. Não é.
    Terra chama cuecas. Over [estática]. Terra chama roupa interior em geral. Over [estática]. É muito bonito, realmente, andarmos como deus nos pôs na terra, mas sinceramente ninguém quer ver e, acima de tudo, eu não quero, não quero mesmo baixar-me para apanhar a toalha que caiu ao chão e, quando me volto a levantar, ver, sem mais nem menos, um maravilhoso e flácido rabo ao nível da minha cabeça.

    Por favor, passem a mensagem e ajudem a acabar com os rabos-susto.

  • Piadas de extrema qualidade

    Desces pistas pretas?
    Não.
    O Bangladesh.

    Tás cansado?
    Não.
    A Madre Teresa de Calcutá.

    Marcas golos quando jogas à bola?
    Não.
    A Dinamarca.

    Andas triste?
    Não.
    A Irlanda.

  • Regresso oficial

    Ponto alto do meu Carnaval
    Passar a noite toda a levar com o rabo de cavalo postiço de uma catwoman/dominatrix/mulher-vestida-de-cabedal-com-chicote-na-mão na cara e estar lado a lado com uma carolina salgado.

    Ponto alto da semana na neve
    Ser brutalmente atropelada por anormaloide em cima de prancha de snowboard, assim que ponho os pés numa pista.

    Ponto alto de regressar a Lisboa
    Descobrir que a Brit Brit está ainda mais louca 😀 hurray!

  • teclado andorriano sucks

    Nao podia deixar de comunicar que, hoje, a meio de uma pista, comecei a cantar Shania Twain.

    Need. Help. Quick.

  • Férias

    Regressamos dia 4 de Fevereiro

  • eu confesso!

    Ao contrário da actual e mundialmente aceite corrente de pensamento humano, eu também tenho… imperfeições. Chamemo-lhes antes características-ligeiramente-menos-perfeitas. Vejamos:

    – sinto um nojo imenso por caracoletas e um consequente e inevitável desejo de as pisar (eu sei que é macabro, mas acho que o crrrkkkk me proporciona um certo prazer)

    – fico doente se olho para os rabos das galinhas no filme Chicken Run

    – sofro da incurável doença de não conseguir provar [quase] doces nenhuns que sejam amarelos ou estejam sob a forma de pudim (como me fartei de mencionar aqui)

    – não sei jogar à bola – não, não é falsa modéstia, é mesmo, mesmo verdade (da primeira [e última] vez que tentei correr e chutar a bola ao mesmo tempo, caí… numa poça de lama)

    – ultimamente, tenho vindo a desenvolver preconceitos contras os chineses. Não é que sinta que eles são inferiores, nada disso. Mas já repararam como eles falam super alto? Vão na rua ao telemóvel, BLÁ BLÁ BLÁ; no corte inglês às compras (não, os chineses não consomem os produtos que vendem nas suas lojas- facto bastante compreensível – caso verídico: a minha irmã comprou há uns tempos uma maquineta numa loja deles. Ao fim de 30 segundos de utilização, morreu (a máquina)), QUELO DOIS PALES; a comunicar uns com os outros nas suas lojas, TLAZ DOIS CALEGADOLES NOKIA. E as miúdas chinesas? Andam todas em modo cordão-umbilical-não-cortado e estão constantemente aos risinhos! E não fazem nada no ginásio (pelo menos as que vão ao meu).

    Pronto, é só isto.

    Eu sei que o título soou meio tvi-esco, mas estava-me mesmo a apetecer viver um momento assim half-bimbo.

  • Make over

    O dear chiclete é o novo nip/tuk.