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  • Eu, eu, eu e eu

    Acabei de gastar toda a adrenalina que tinha guardada para o resto da semana. Tudo, porque não sabia dos meus óculos e estive, em PÂNICO e completamente cegueta, à procura deles durante uns três minutos. Eu confesso. Sou uma pessoa que entra (muito) facilmente em pânico. HA! Mas esperem. Não, eu não sou aquela que, como um George Costanza, corre louca, passando por cima de tudo e de todos, quando o alarme de incêndio dispara. Nãããooo. Eu sou outro tipo de panic-person. Eu sou aquela que entra em histeria, porque tem de escolher o que vai almoçar. Eu sou aquela que fica a sentir-se intensamente nervosa, porque tem de ir pedir ao senhor do café para aquecer um bocadinho mais o leite (e que, derradeiramente, acaba por mandar, errr… pedir à Caroca para ser ela a fazê-lo). É claro que consigo, ainda sim, ser algo bossy e refilona (em todas as restantes situações:D). Enfim, sou a combinação perfeita de fragilidade e manuseio perfeito do chicote das ordens (devo confessar, aliás, algo orgulhosa e estupidamente, que sou a pessoa ideal para terem ao vosso lado, quando precisarem de falar com alguém de quem não gostam – não que eu seja grande e forte e vos possa defender fisicamente – aí meus amigos, eu sou mais do tipo que dá de fuga – mas sou perfeita a lançar não-sorrisos aniquiladores e palavras desagradáveis). Oh well, as fontes próximas hão-de saber verificar os factos.

    Isto saiu assim muito cover-letter, mas não pensem que é alguma coisa à São Vómitin (como estamos quase no dia 14… podiam ficar a pensar nisso. Não pensem).

    Saudações

  • Ode ao fim

    Parem tudo.
    Parem as escavadoras. Parem as pesquisas.
    Guardem os microscópios, os bisturis e os frasquinhos de virús e bactérias.
    Cancelem todos os prémios Nobel.
    Despeçam todos os cientistas, artistas, médicos, arqueólogos, investigadores e pensadores.
    Chegámos ao fim da linha.
    Atingimos o pico da evolução.
    Stop.

    Que mais podemos nós, enquanto civilização humana, pedir, agora que:
    a Gillette apresenta um novo modelo com:
    não três,
    não quatro,
    mas CINCO LÂMINAS?
    E o detergente Sun lança uma embalagem
    não quatro em um,
    não cinco em um,
    mas TUDO-EM-UM?

    Foi um prazer viver no auge da civilização.

    NOTA: isto é o stress de recomeçar as aulas.

  • Forgive me father for i have sined

    Vim há pouco do Ben & Jerry’s. Vou arder no inferno da celulite.

  • Post a seguir ao Post Nº 200 ( = falta temporária de imaginação)

    A pedido de diversas famílias o Chew Away está de volta! Free your minds (decentemente).

  • Post Nº 4975

    Mentira, é só o post Nº 200.

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    Se o dear chiclete tivesse visitas guiadas, estariam agora a ouvir, numa voz pomposa:

    “E aqui foi o momento em que a formosa e sobredotada autora do dear chiclete deu largas à sua criancice e não foi capaz de deixar o post nº 200 para o dia seguinte. Teve de o escrever logo a seguir ao 199. Chiça.”

  • Tragédia

    Já me tinha esquecido da tragédia que é andar de metro.
    Os trágicos rabos que ocupam um lugar e meio. Os trágicos padrões das trágicas calças démodé das mulheres que transportam o seu habitual trágico saco de plástico/papel (com sabe-se lá o quê lá dentro). As trágicas desconfortáveis tentativas de olhar para as pessoas sem que estas pensem que estamos a olhar para elas. Mas, mais trágico ainda é agarrar o ferrinho e sentir aquele trágico calorzinho das trágicas e gordurosas mãos dos indivíduos que ainda há dois minutos ali estiveram a tocar. E depois o trágico preço de 75 cêntimos! Mas que é isto? Ainda há uns anos era só 50 cêntimos!

    Queridos amigos que andam de metro, aceitem um conselho. Aceitem uma pequena pérola desta gaiata que tanto vos quer e que não deseja menos do que a felicidade eterna para todos vós: comprem um carro.

    Morte ao Metro

    Auf Wiedersehen

  • Um post desta qualidade não merece um título decente

    O meu novo horário é um verdadeiro cocó.

    Peço desculpa por não ter andado muito comunicativa/eloquente nos últimos dias, mas é que ainda estou de ressaca por ter ido ver o The Prestige. Levei dois (sim, Sofia, dois, não duas!) tupperwares para a baba, mas mesmo assim ainda molhei o casaco. Ai ai Christian, Christian Bale.

  • True 2

    O Sadam Hussein estava na minha fila de supermercado. Juro! A comprar batatas e maçãs.
  • Pérola do Mês (video-wise)

    Queridos, queridos Brad e Edward! Para além de nos terem brindado com o melhor filme de sempre, ainda nos trazem esta fantástica canção! Oh, nós não merecemos! Seriously!

  • Um post para o Jeff Murdock

    Só para dizer que o dear chiclete continua a ser o primeiro site a aparecer no google (versão internacional!), quando se pesquisa “bonecos nus”.

    Viva a perversão e vivó dear chiclete!