Pensava eu, muito inocentemente:
– que quando se fechavam as pálpebras, os olhos rolavam para cima (e era por isso que deixavamos de ver);
– que quando desligava a televisão, o programa que estava a dar ficava no pause, à espera que eu voltasse para poder continuar;
– que Bryan Adams era só uma palavra (bryanadams);
– que existia uma pobre alma dentro das caixas de multibanco a dar o dinheiro e os talões (esta deve ser comum a milhares de crianças/burros);
– por fim, a minha preferida – que o Algarve era uma estância de férias gigante e que no final do Verão fechava.
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ESQUECI-ME da mais importante!!
Sabem aqueles silos que há na Av. Infante D. Henrique (a que passa pelo Lux) junto ao rio? Uns cilindros enormes de metal que servem para armazenar cereais. Quando era pequena, pensava que as pessoas iam lá todas de manhã, abriam uma torneirinha pequena na parte de baixo, punham lá uma tacinha e saía chocapic!

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