Ora, pelo que pude descobrir, o caldo knorr serve para tudo. É tipo aquela máquina fantástica que faz tudo – a bimby – põe-se o bacalhau, as batatas e as natas e sai bacalhau com natas [quase] pronto a comer. O caldo knorr é o prostituto da cozinha. Faz tudo, desde que o tratem bem e não o esmaguem. Aqui está outro facto curioso! O caldo knorr coloca-se inteiro na comida. Não se parte, não se esmaga. É uno e indivisível (ok, esta última característica é claramente falsa, estava só a tentar colocá-lo ao nível da Realidade, que, segundo aprendi nas proveitosas aulas de sociologia do 12º ano, é una e indivisível).
Respondida a primeira pergunta, passemos à segunda, bastante mais assustadora. Bem, segundo o site da knorr, o caldo knorr é “uma nota de sabor e intensidade“, bla bla bla, “todas [as refeições] ganham em aroma e sabor com este fantástico ingediente“, “o cubo mágico“… Portanto, o caldo knorr é feito de intensidade, aroma e sabor. NICE.
Eu sinto que, no fundo, o caldo knorr é o terceiro elemento da dupla sal e pimenta. É aquela hot chick que o casal-com-problemas-no-casamento escolhe para ter uma noite mais apimentada.
Oh well, cozinhados felizes.

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