– não é o sr. toy. Não, não é ele. É um facto que ele sucka completamente no mundo da música e que a sua existência faz parte do meu top 5 de razões para mudar de nacionalidade, mas, temos que assumir, ele tem um nome fofo. C’mon. toy é fofo. toytoytoytoy. É fofo, vá.)
– não é a criancinha que mora por cima de mim e que anda a aprender a tocar o quê, o quê?! FLAUTA. Oh yeah. É verdade. Um pifarito. Tiroliroli um pifarito. Tiroliroli um tiro na cabeça da rita. Ai olé ai olé, foi na loja do mestre andré.
– não é o jovem homem que ainda há pouco, enquanto passeava a murph, me disse assim muito encantadoramente então menina, ganda caniche, hã? Gostei do menina. Senti-me logo lisonjeada. Gostei do ganda. Faz-me lembrar o Gandhi – o herói de todas as adolescentes anorécticas – que até era boa pessoa. Mas, acima de tudo, gostei especialmente do hã, uma palavra tão forte e tão cheia de personalidade e que ultimamente tem caído em desuso, para grande desgosto meu.
E como a paciência é uma grande virtude e não sou nada virtuosa, vou rapidamente revelar quem está sentadinho na base da cadeia alimentar.
Tcham tcham tcham tchaaammm (que me dera que o isto tivesse música de fundo)! E o prémio vai para: os homens que passam no seu descapotável (ou mini-carro dotado de um valente vroom vroom) e que tão generosamente permitem às 10.000 pessoas que habitam na zona um bonito momento musical (geralmente kizomba, ou algo da família deste género musical melodioso). Voilá.

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