– sinto um nojo imenso por caracoletas e um consequente e inevitável desejo de as pisar (eu sei que é macabro, mas acho que o crrrkkkk me proporciona um certo prazer)
– fico doente se olho para os rabos das galinhas no filme Chicken Run
– sofro da incurável doença de não conseguir provar [quase] doces nenhuns que sejam amarelos ou estejam sob a forma de pudim (como me fartei de mencionar aqui)
– não sei jogar à bola – não, não é falsa modéstia, é mesmo, mesmo verdade (da primeira [e última] vez que tentei correr e chutar a bola ao mesmo tempo, caí… numa poça de lama)
– ultimamente, tenho vindo a desenvolver preconceitos contras os chineses. Não é que sinta que eles são inferiores, nada disso. Mas já repararam como eles falam super alto? Vão na rua ao telemóvel, BLÁ BLÁ BLÁ; no corte inglês às compras (não, os chineses não consomem os produtos que vendem nas suas lojas- facto bastante compreensível – caso verídico: a minha irmã comprou há uns tempos uma maquineta numa loja deles. Ao fim de 30 segundos de utilização, morreu (a máquina)), QUELO DOIS PALES; a comunicar uns com os outros nas suas lojas, TLAZ DOIS CALEGADOLES NOKIA. E as miúdas chinesas? Andam todas em modo cordão-umbilical-não-cortado e estão constantemente aos risinhos! E não fazem nada no ginásio (pelo menos as que vão ao meu).
Pronto, é só isto.
Eu sei que o título soou meio tvi-esco, mas estava-me mesmo a apetecer viver um momento assim half-bimbo.

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