Gostava também de realçar o facto de que, apesar de estar instalada num sítio cujo nome é Cité INTERNATIONAL, ainda só vi (pura verdade) franceses e chinocas (é possível que estes sejam oriundos de outra parte da Ásia).
Ainda mais importante e digno de realce é o facto de os duches (partilhados pela gente invisível do meu andar) (outubro está quaaaaase a chegar, 17 dias para casa de banho privativa!) não terem luz. Ora, aquilo é um cubículo. Quando se fecha a porta, a luz fica lá fora. Não lá dentro. É claro que o que acontece é que eu tomo banho num hipernanoníssimo segundo – pois tenho de deixar uma fresta da porta aberta, para entrar luz e eu conseguir distinguir o chão das paredes – graças ao intenso pânico que sinto de cada vez que oiço passos no corredor.
Por agora, nada mais, porque já me está a doer o rabo de estar sentada neste banco duro de madeira ao pé da biblioteca. Não tarda nada escurece e eu lá tenho de voltar sozinha na escuridão e de malinha de computador na mão para a residência (onde provavelmente serei recebida por um cheiro a douradinhos, quiçá caril).
Até ao meu regresso.
Nota: que sedenta que estás, amiga Caroca! Será o teu curso assim tão aborrecido/desinteressante/inútil? (ai, perdão, mas acho que nunca me hei-de cansar destas piadas). Vá, toma lá uma info só para ti: sabes como se chama cá o CSI????
Les experts! Hahaha! Não é lindo?!

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