Everybody cais

Há dias, caí na rua. Não caía desde os 19 anos (à porta da faculdade, em frente à Professora de Cristianismo e Cultura – foi deus que me empurrou, claramente, por eu na altura ter escrito num trabalho que não me questionava acerca das dúvidas supostamente sentidas por toda a humanidade – quem sou eu/porque estamos aqui?).
Desta vez caí e, para compensar os 7 anos sem quedas, foi em força: à porta do vasco da gama, em plena luz solar, num sábado chuvoso e, naturalmente, em câmara lenta. Não bastasse a humilhação da impotência física de sentir as pernas ceder, os joelhos aproximarem-se do chão e as mãos sem nada para agarrar, tive também de bater com a cabeça num semáforo. Estou certa de que isto é inédito em toda a história de quedas em frente ao vasco da gama e isso de certa forma faz-me sentir especial.

Comentários

Respostas de 5 a “Everybody cais”

  1. Avatar de JPS
    JPS

    Mas alguém viu? É que queda sem público não conta.

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  2. Avatar de Starsky
    Starsky

    saber que se caiu normalmente é mau o suficiente, pelo – para mim.esta descrição está genial.

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  3. Avatar de ritah
    ritah

    Viram pois! Sábado no vasco da gama, em cima do natal… LOTS of people.

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  4. Avatar de Di
    Di

    Isso não é verdade… E na cite universitarie? ah pois é! Memoria para que te quero?

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  5. Avatar de ritah
    ritah

    WHAT HAPPENS IN ERASMUS STAYS IN ERASMUS!

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